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Resolvi postar hoje um top 10 de livros. Não dos melhores livros, até porque ainda não li nenhum, mas uma seleção dos 10 livros que atualmente estou com vontade de ler!

Sou uma apaixonada por livros, de maneira que, se alguém quiser me presentear, com algum, fique à vontade!

Na Saraiva.com todos eles estão em promoção. É tentador!

Segue então o Top 10:

  1. A menina que roubava livros
  2. As cem melhores crônicas brasileiras
  3. Mulheres boazinhas não enriquecem
  4. A insustentavel leveza do ser
  5. Feliz ano velho
  6. Boop-oop-a-doop significa eu te amo 
  7. Orgulho e preconceito
  8. As cinco pesoas que você encontra no céu
  9. O livreiro de Cabul
  10. Marley e eu 


Escrito por Danielle Luciano de Oliveira às 15h09
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Programa Nota 10!!

Nem todos os homens são iguais

Despertar homens jovens para um novo ideal de masculinidade que promova a eqüidade de gênero, valorize os cuidados com a saúde, a paternidade e o respeito à mulher. Esse é o objetivo do Porgrama H, desenvolvido pela ONG brasileira Promundo e aplicado em 15 países espalhados pelo globo, entre eles, Brasil, México, Bolívia, Colômbia, Jamaica, Peru, Índia, Tanzânia e, mais recentemente, na região dos Bálcãs, na Europa.

 

O Programa H foi concebido inicialmente para as realidades do Brasil e do México, mas sua metodologia acabou sendo adaptada para outros países como Índia e Tanzânia. “O Programa H nasceu com o pensamento de que sua metodologia pudesse ser levada em escala e reproduzida em qualquer local, quaisquer grupos e quantidade de pessoas, em diferentes idiomas”, explica Gary Barker, diretor-executivo do Promundo e um dos idealizadores do Programa H.

 

Segundo Barker, comportamentos machistas aumentam a exposição dos homens a situações de risco, conflitos armados, a adoção de comportamentos agressivos e de violência contra a mulher. As mortes violentas, seja em situação de conflito armado ou não, por exemplo, estão sempre relacionadas a homens jovens. De acordo com o Mapa da Violêcia 2006, os jovens são as maiores vítimas da violência armada, sendo que o Brasil ocupa a terceira posição entre 84 países em número de homicídios de homens entre 15 e 24 anos.

 

O Programa H incentiva homens jovens a questionar esses padrões de gênero rígidos e refletir sobre os custos para homens e mulheres de uma masculinidade violenta. “Faltando espaço e outros valores e atributos que dêem o sentido de ser homem, ser violento passa a ser uma forma de expressão, de dominação”, afirma.

 

Mas muitos homens já questionam os modelos mais rígidos e violentos de masculinidade. E são exatamente eles a peça fundamental para o sucesso do programa. De acordo com Barker, cerca de 30% dos homens – independente de classe social ou lcomunidade – acreditam numa versão de homem tradicional, rígido, às vezes violento.

 

O restante, ou seja, 70% dos homens, não usam ou não acreditam na violência como melhor forma de resolver conflitos. O Programa H vai buscar justamente os homens que se encaixam nesse tipo de perfil dentro das comunidades para liderar a implementação do projeto e atrair outros jovens.

 

Fonte: http://www.comunidadesegura.org/?q=pt/node/35206



Escrito por Danielle Luciano de Oliveira às 13h26
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